Top
Padrões – Giba
fade
19
archive,tag,tag-padroes,tag-19,eltd-core-1.1.1,flow-ver-1.3.6,,eltd-smooth-page-transitions,ajax,eltd-blog-installed,page-template-blog-standard,eltd-header-vertical,eltd-sticky-header-on-scroll-up,eltd-default-mobile-header,eltd-sticky-up-mobile-header,eltd-menu-item-first-level-bg-color,eltd-dropdown-default,wpb-js-composer js-comp-ver-5.0.1,vc_responsive

“Não gosto de viado, eu gosto é de muleque e marginal”, ou sobre a trajetória de gays que não sentem atração por gays

Essa foi a frase que chamou minha atenção na virada de ano 2016/17. Foi dita por um homem gay de uns 25 anos, mas endossada por um grupo de uns 5 ou 6, de mais idade. Pude compreender melhor a trajetória desses homens e como se relacionam com outros. Homens que desde cedo sofreram as agruras da homofobia. Segundo a mãe de um deles, seu esposo disse, ao constatar que o filho, ainda criança, era afeminado: “ou ele ou eu! ”. A mãe escolheu o filho e, desde então, tem sido muito próxima dele. O fato, no entanto, revela uma trajetória de violências, muitas das quais, pelo que pude perceber, os sujeitos sequer têm noção.

A invenção da heterossexualidade e homossexualidade

A julgar pelos comentários deixados nesse blog, suponho que o número de pessoas que acreditam que o mundo se divide naturalmente entre homossexuais e heterossexuais seja enorme. É uma crença que muitos militantes/ativistas LGBTs e homofóbicos têm em comum. O que muda é o que cada um pensa a respeito dos sujeitos, mas a divisão é pouco questionada.

A encenação da masculinidade

Há algum tempo, um vídeo está chamado atenção de muitas pessoas. Trata-se de uma performance de um lutador que se “transforma” em uma academia do Rio de Janeiro. A transformação em questão se deve ao fato de que o rapaz chamado “Frazãozinho” inicia o vídeo encenando um treinamento de luta e depois nos surpreende com uma dança que poderíamos chamar de afeminada. Confira dois vídeos sobre o tema, um deles considerado um ensaio:

Qual razão pela qual você faz sexo?

Uma pesquisa realizada por psicólogos, com 1.549 mulheres de todo mundo, identificou que as entrevistadas atribuíam 237 razões diferentes para fazerem sexo, entre as quais: querer experiência prazerosa / sentir-se próxima de um Deus no ato sexual / vingar se...

Uma pesquisa realizada por psi...

Read More