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LGBT – Giba
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“Não gosto de viado, eu gosto é de muleque e marginal”, ou sobre a trajetória de gays que não sentem atração por gays

Essa foi a frase que chamou minha atenção na virada de ano 2016/17. Foi dita por um homem gay de uns 25 anos, mas endossada por um grupo de uns 5 ou 6, de mais idade. Pude compreender melhor a trajetória desses homens e como se relacionam com outros. Homens que desde cedo sofreram as agruras da homofobia. Segundo a mãe de um deles, seu esposo disse, ao constatar que o filho, ainda criança, era afeminado: “ou ele ou eu! ”. A mãe escolheu o filho e, desde então, tem sido muito próxima dele. O fato, no entanto, revela uma trajetória de violências, muitas das quais, pelo que pude perceber, os sujeitos sequer têm noção.

Atendimento psicológico gratuito à População LGBT

Historicamente, os sujeitos não-heterossexuais, em especial a população trans, em sua diversidade, têm sido patologizada pelos saberes médicos. Ainda hoje, encontramos pessoas e instituições que insistem em curar gays, lésbicas, travestis e transexuais. A psicologia, por décadas, serviu a esses...

Historicamente, os sujeitos n...

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G0ys, héteros-passivos-flexíveis e o fim da heterossexualidade.

A cada dia surgem novas identidades e classificações sexuais. É um movimento que vem das vivências e experiências, ao contrário das identidades peritas que nascem no sistema médico/psiquiátrico europeu.

Enquanto o sistema médico encaixa as pessoas em suas nomenclaturas, com fronteiras definidas e associações com o modelo saúde/doença ou normal/patológico, nas vivências do cotidiano, as pessoas tentam renomear as suas vivências e redefinir parâmetros.

“Jesus é babado!” A aventura das “bichas pintosas” nas igrejas evangélicas.

As igrejas evangélicas contam com muitos fiéis homossexuais. Alguns testemunham “a cura” e esses sempre estão falando do milagre da conversão heterossexual; outros, e são a grande maioria, se mantém no armário.

Para sobreviver nesse espaço de violência simbólica que são os templos evangélicos, é preciso saber manter seus desejos e, algumas vezes, as práticas em segredo. Mas e as “bichas pintosas”, que lugar elas têm nessas igrejas? É possível ser feminina e evangélica?

Como os homossexuais podem lidar com a solidão e o abandono na velhice?

Textos jornalísticos e acadêmicos têm ressaltado a dupla estigmatização que atinge sujeitos por serem homossexuais e idosos. Além de inúmeras situações de abandono, isso tem feito várias dessas pessoas retornarem ao armário. Essa realidade ainda precisa ser melhor explorada por pesquisas, para que possamos refletir como essas condições podem ser alteradas e que prioridade essa situação pode ocupar na agenda política do Movimento LGBT.