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Giba – Página: 4 – Só mais um site WordPress
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Um homem homossexual pode ter desejo sexual por uma mulher?

Pensei em fazer esse texto, a partir de algumas críticas que li sobre o personagem Roni, da novela Avenida Brasil. Um dos temores dos críticos é que o autor resolva “heterossexualizar” o personagem, tal como foi feito na novela A favorita, com o personagem de Orlandinho (Iran Malfitano) que “viveu” parte da trama no armário, mas no fim se transformou em heterossexual.

NEM PSICÓLOGOS, NEM CRISTÃOS!

Uma polêmica de tempos atrás retornou nos últimos meses, em que alguns psicólogos cristãos reinvidicam o direito de, em sua prática profissional, curar a homossexualidade de sujeitos que demandem esses serviços.

Desde março de 1999 o Conselho Federal de Psicologia (CFP) proíbe que os psicólogos exerçam qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas.

Qual razão pela qual você faz sexo?

Uma pesquisa realizada por psicólogos, com 1.549 mulheres de todo mundo, identificou que as entrevistadas atribuíam 237 razões diferentes para fazerem sexo, entre as quais: querer experiência prazerosa / sentir-se próxima de um Deus no ato sexual / vingar se...

Uma pesquisa realizada por psi...

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QUANDO O ORGULHO NÃO É SUFICIENTE!

Na data de 28 de junho, comemora-se o Dia do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais). Essa semana vi uma discussão no facebook, onde alguns argumentavam que não é preciso ter orgulho de sua sexualidade, uma vez que todos somos humanos. Esse debate me fez lembrar numa situação que vivenciei.

Alguns meses atrás fiz o acompanhamento psicológico de um jovem de 13 anos de idade. Na época, ele dizia que era travesti. Algum tempo depois disse que ia ser gay, pois gay é respeitado, travesti não!

“Não gosto de viado, eu gosto é de muleque e marginal”, ou sobre a trajetória de gays que não sentem atração por gays

Essa foi a frase que chamou minha atenção na virada de ano 2016/17. Foi dita por um homem gay de uns 25 anos, mas endossada por um grupo de uns 5 ou 6, de mais idade. Pude compreender melhor a trajetória desses homens e como se relacionam com outros. Homens que desde cedo sofreram as agruras da homofobia. Segundo a mãe de um deles, seu esposo disse, ao constatar que o filho, ainda criança, era afeminado: “ou ele ou eu! ”. A mãe escolheu o filho e, desde então, tem sido muito próxima dele. O fato, no entanto, revela uma trajetória de violências, muitas das quais, pelo que pude perceber, os sujeitos sequer têm noção.