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13 de julho de 2017 – Giba
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G0ys, héteros-passivos-flexíveis e o fim da heterossexualidade.

A cada dia surgem novas identidades e classificações sexuais. É um movimento que vem das vivências e experiências, ao contrário das identidades peritas que nascem no sistema médico/psiquiátrico europeu.

Enquanto o sistema médico encaixa as pessoas em suas nomenclaturas, com fronteiras definidas e associações com o modelo saúde/doença ou normal/patológico, nas vivências do cotidiano, as pessoas tentam renomear as suas vivências e redefinir parâmetros.

Ninguém nasce heterossexual ou o quê matou Alex.

Após ler as chocantes notícias do pai que matou o seu próprio filho Alex porque ele não se comportava como um homem, tive vontade de retomar um tema que já foi bastante tratado aqui no blog. Esse e outros casos mostram o quanto ainda é necessário evidenciar como a heterossexualidade é obrigatória sobre todos nós e, caso não nos comportemos como prevê a norma, corremos o risco de sermos assassinados, inclusive por nossos pais, aqueles que figuram na imagem da sagrada família que nos protege.

Quando realizo alguma palestra ou oficina sobre sexualidade, começo refletindo sobre  questões de identidade posicionando-a como uma construção humana. Rapidamente as pessoas entendem que, a partir de algumas características corporais, a cultura constrói identidades, separa grupos e produz hierarquias.