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12 de julho de 2017 – Giba
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“Quem manda na mata é Oxóssi; quem manda no meu corpo sou eu!”: Viva as vadias!

Com esse refrão, título desse texto, começava minha experiência na Marcha das Vadias em Simões Filho, cidade metropolitana de Salvador. Além desse, um outro grito me chamava atenção: “Se o corpo, se o corpo é da mulher, ela dá, ela dá pra quem quiser”, que logo se transformou em: “Se o corpo, se o corpo é da mulher, ela dá, ela dá pra quem quiser, até pra outra mulher!”

“Jesus é babado!” A aventura das “bichas pintosas” nas igrejas evangélicas.

As igrejas evangélicas contam com muitos fiéis homossexuais. Alguns testemunham “a cura” e esses sempre estão falando do milagre da conversão heterossexual; outros, e são a grande maioria, se mantém no armário.

Para sobreviver nesse espaço de violência simbólica que são os templos evangélicos, é preciso saber manter seus desejos e, algumas vezes, as práticas em segredo. Mas e as “bichas pintosas”, que lugar elas têm nessas igrejas? É possível ser feminina e evangélica?

Como os homossexuais podem lidar com a solidão e o abandono na velhice?

Textos jornalísticos e acadêmicos têm ressaltado a dupla estigmatização que atinge sujeitos por serem homossexuais e idosos. Além de inúmeras situações de abandono, isso tem feito várias dessas pessoas retornarem ao armário. Essa realidade ainda precisa ser melhor explorada por pesquisas, para que possamos refletir como essas condições podem ser alteradas e que prioridade essa situação pode ocupar na agenda política do Movimento LGBT.

A homonormatividade não existe.

Minha proposta é a de questionar o uso do conceito de homonormatividade. A ideia não é fazer um policiamento do que viria a ser um uso correto dos conceitos, mas porque acredito que esses usos problemáticos têm implicações políticas muito sérias e concretas, como pretendo demonstrar ao final deste texto.

Qual a orientação sexual de uma mulher que penetra homens? Bonita e sedutora, talvez!

Esse texto é uma continuação do post anterior: “Hétero-passivo é tendência!”, que gerou muita discussão aqui no blog e nas redes sociais. Vou abordar o tema agora falando das mulheres por dois motivos: a) quero enfatizar o protagonismo das mulheres no ato sexual com homens; b) pretendo problematizar as concepções de identidade a partir da prática sexual anal.